sábado, 4 de junho de 2016

Reino Animalia (Metazoa)



Características gerais dos animais


  • ·         Organismos multicelulares;

  • ·         Eucarióticos (possuem carioteca, a membrana que evolve o núcleo celular);

  • ·         Formados por tecidos bastante diferenciados;

  • ·         Órgãos com funções específicas;

  • ·         Seres heterótrofos;

  • ·         Capacidade de locomoção (exceção: poríferos, que são, consequentemente, sésseis – não possuem capacidade de locomoção);

  • ·         São monofiléticos (um ancestral comum);

  • ·         Possuem colágeno no tecido conjuntivo;

  • ·         A apomorfia que caracteriza o Reino Animalia (Metazoa) é o fato de os animais formarem um estagio embrionário chamado blástula, que origina a gástrula, fase em que são “esboçados" o tecido do novo ser.

Ø  Alimentação:

  • ·         Grande parte dotada de tubo digestório.

Ø  Percepção do ambiente e controle do organismo:

  • ·         Possuem órgãos sensoriais (reconhecimento do ambiente);

  • ·         Possuem sistema nervoso com células nervosas que permitem a percepção de diferentes estímulos (adaptação fundamental na sobrevivência dos animais).

Ø  Sustentação e movimento:

  • ·         Esqueleto: sustenta o corpo e mantém a posição dos órgãos e sistemas. Ele pode ser:

õ  Externo: protege contra predadores e parasitas;
õ  Interno: protege os órgãos moles.

Ø  Circulação:

  • ·    Presença do sistema circulatório. A circulação pode ser:

õ  Fechada: o sangue está só no interior dos vasos, que é bombeado para o coração;
õ  Aberta: líquido permeia vasos e cavidades corporais.

Ø  Respiração:

  • ·         Conceito: trocas gasosas ou reações químicas intracelulares;

õ  Em animais pequenos: troca gasosa feita através da difusão;
õ  Outros animais: órgãos especializados em retirar oxigênio da água (brânquias) ou do ar (pulmões, traquéias, pele porosa).

Ø  Excreção:

  • ·      Animais de circulação fechada: órgãos especializados (metanefrídeos ou rins), por onde passa o sangue contendo excretas. Estas passam do sangue para o interior do órgão e, em seguida, são lançadas para fora do corpo.

Ø  Simetria:

  • ·      Pode ser:

õ Bilateral: lado esquerdo e direito semelhantes, como num espelho; Presente nos cordados (vertebrados, entre outros), como cães; Os animais de simetria bilateral locomovem-se mais rápido; Ela é encontrada em diversos animais;
õ Radial: qualquer plano vertical que passe pelo eixo central divide o animal em ‘’fatias’’ espelhadas; Presente nos cnidários, como águas-vivas e equinodermos adultos (estrelas-do-mar); Os animais de simetria radial são quase sempre sésseis, ou de deslocamento lento.

Ø  Cefalização:

  • ·         Possibilita aos animais a percepção das condições ambientais durante os                  deslocamentos, reagindo, assim, de forma mais rápida;

õ  Moluscos e equinodermos: gânglios nervosos (para onde são enviados os estímulos);
õ  Artrópodes e anelídeos: cabeça → gânglios cerebrais, dos quais partem os cordões nervosos ligados a uma rede de gânglios menores ao longo do corpo;
õ  Cordados: cabeça abriga o encéfalo (complexo e desenvolvido), do qual parte uma medula espinhal, ambos constituindo a parte central do sistema nervoso, conectada a uma rede de vários gânglios e nervos espalhados pelo corpo;
õ  Outros animais: órgãos sensoriais mais elaborados na extremidade anterior do corpo e formação de uma cabeça → cefalização.

Leão: grande representante do Reino Animalia

 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
https://bioglossa.wikispaces.com/Reino+Animalia
http://www.infoescola.com/histologia/colageno/
Livro: Ser Protagonista Biologia – Volume 2, obra coletiva produzida por Edições SM
http://misteriosdomundo.org/wp-content/uploads/2016/03/leao.jpg

Reino Fungi

O Reino Fungi

As quatro divisiões


Zigomycota (Zigomicetos)


Outra nomenclatura utilizada para os organismos dessa divisão é ficomicetos. Eles são fungos saprófagos, ou seja, vivem no solo, alimentando-se de matéria orgânica por meio da decomposição.
A reprodução desses fungos é sexuada, a partir da produção de um esporângio resultado de várias divisões mitóticas. O processo sexuado é semelhante ao já citado, com a fusão de hifas haploides e seus núcleos e posteriormente a criação de um zigoto diploide.
Os bolores em pães e em laranjas são exemplos de fungos zigomicetos, assim como o mofo. Há esses tipos de organismos na maior parte do mundo, visto que em regiões frias aparecem o mofo em móveis, e também em diversas ocasiões em que o alimento é deixado ao ar livre é comum a aparição desses fungos.
Laranjas Mofadas

Este grupo apresenta leveduras ou hifas asseptadas que formão estolões – que são estruturas que ligam esporângios – estrutura onde os esporos são produzidos.    Quando os estolões tocam no substrato, ocorre a formação de  rizóides – semelhante a raízes - para sua fixação. Em cada ponto onde há fixação dos rizóides, germina uma ramificação ereta e vigorosa, chamada esporangióforo – ramo ou talo, que produz um esporângio em seu ápice formando vários esporos assexuados através de divisões mitóticas.
Durante a reprodução sexuada, ocorre o encontro de duas hifas haplóides, quando se formam os gametângios – estrutura dentro da qual os gametas são formados, com intumescimento e migração de diversos núcleos haplóides. Com a fusão dos gametângios das diferentes hifas ocorre a fecundação, com formação de diversos zigotos. Após a formação de uma parede espessada, os gametângios fundidos se desenvolvem em um zigosporângio – estrutura que contém um ou mais zigosporos.  Esta estrutura pode permanecer dormente por meses. Quando o zigosporângio se rompe, forma-se um esporangióforo e ocorre a meiose dos diversos zigotos, formando os esporos sexuados dentro do esporângio. O conjunto de zigotos dormentes dentro do zigosporângio é conhecido como zigósporo por representar uma estrutura de resistência.
Eles também exercem funções ecológicas relacionadas ao mutualismo. Eles formam micorrisas, onde fungos e raízes de plantas associam-se e a planta fornece compostos orgânicos para os fungos enquanto eles fornecem nutrientes minerais por meio da matéria orgânica decomposta.

Ascomycota (Ascomicetos)


São fungos unicelulares conhecidos como leveduras, utilizadas na produção de bebidas alcoólicas como a cerveja e o vinho e também em pão, além de alguns bolores e mofos.  Nesse filo encontramos também os bolores verde-azulados, vermelhos e escuros que estragam os alimentos, as leveduras e os fungos comestíveis como as trufas e morchelas.
Eles são encontrados em todas as partes do mundo, são unicelulares e sua reprodução forma esporângios específicos, os ascos. Eles podem ser saprófagos, parasitários ou mutualísticos, formando micorrizas ou liquens, uma associação com algas. As suas hifas possuem septos perfurados.


                                Líquens

A reprodução assexuada é feita por conídios – que são esporos assexuados formados no ápice de hifas modificadas, os conidióforos. Os conidióforos não possuem esporângios de forma que os conídios ficam expostos.
Na reprodução sexuada, com o encontro de duas hifas haplóides distintas, ocorre a plasmogamia – (união dos protoplastos de duas células que não é acompanhada pela união de seus núcleos) e um novo conjunto de hifas dicarióticas (hifas formadas por células com dois núcleos, não fusionados, formadas após a plasmogamia de células provenientes de diferentes indivíduos) é formado.
As hifas dicarióticas formam um corpo de frutificação chamado ascoma, que, no caso de ser macroscópico, pode apresentar três formas: apotécio, cleistotécio e peritécio. No ascoma, na região do himênio (tecido de revestimento onde se formam os ascos num ascoma ou basídios num basidioma), ocorrerá a cariogamia (consiste na união de dois núcleos e, durante o processo de reprodução sexuada é uma das etapas da fecundação, que geralmente envolve plasmogamia e cariogamia) e formação do zigoto nas células em forma de gancho, que passam a ser chamadas ascos.
A meiose zigótica ocorre no asco (zigoto) e os quatro esporos haplóides passam por uma divisão mitótica gerando oito ascósporos, esporos sexuados, internamente à parede do asco.

Basidiomycota (Basidiomicetos)


A estrutura do micélio desses organismos é bem desenvolvida e seu ambiente é o terrestre. A maioria é saprófaga, embora alguns sejam parasitas ou estabelecem relações mutualísticas. Eles possuem hifas septadas com poros.
Podem ser divididos em três classes: Os Basidiomycetes, que são representados pelos cogumelos e orelhas-de-pau tendo grande importância na indústria alimentícia, e por duas classes de importantes patógenos de plantas, os Teliomycetes, representados pelas ferrugens, e Ustomycetes, representados pelos carvões.
Fazem parte desse grupo os cogumelos, que podem ser comestíveis ou até mesmo venenosos, e também as orelhas-de-pau, muito comuns até mesmo em madeira seca.


Cogumelos

Orelhas-De-Pau


No ciclo de vida dos Basidiomycetes, o encontro de duas hifas haplóides que passam por plasmogamia e originam o conjunto de hifas dicarióticas, formam o basidioma ou basídio que é a estrura sexuada que da nome ao filo. Em cerca de metade das espécies de Basidiomycota, para que ocorra a distribuição de um núcleo de cada tipo para as células filhas durante as divisões mitóticas das hifas dicarióticas formam-se ansas (conexões laterais entre células adjacentes de hifas dicarióticas o que assegura que cada célula da hifa conterá dois núcleos diferentes) no ápice das hifas.
Na região do himênio as células passam por cariogamia (união de dois núcleos após a fecundação ou plasmogamia) seguida pela meiose zigótica originando quatro núcleos haplóides numa célula que passa a ser chamada basídio. Os basídios originam a partir dos esterigmas os basidiósporos haplóides, esporos sexuados, que se disseminam e dão origem a novas hifas haplóides. A reprodução por esporos assexuados não ocorre nesse grupo.

O filo Chytridiomycota (quitridiomicetos ou mastigomicetos)


Os quitridiomicetos são fungos aquáticos constituídos por cerca de 790 espécies. Vivem em solos úmidos próximos a represas, são encontrados em água doce e água salgada (rios e lagos), sendo formadores de zoósporos (esporos com flagelos) em algum estágio do seu ciclo de vida, sendo que o batimento do flagelo auxilia na locomoção em meio aquático. Apresentam quitina em sua parede celular e armazenam glicose.
Diversos quitridiomicetos são saprofágicos, outros vivem da absorção da matéria orgânica que decompõe e, muitas vezes, parasitam algas, protozoários, outros fungos, plantas e animais, em especial os anfíbios, sendo apontados por alguns especialistas como os responsáveis pela queda na população desses animais.
Existem espécies unicelulares e também que formam hifas cenocíticas, sendo que algumas espécies são causadoras de um considerável prejuízo em plantas de cultivo (alfafa e milho). Há grande variação morfológica nestes fungos. O seu ciclo de vida apresenta uma fase diploide (2n) e outra haploide (n) bem definidas, sendo que sua fase diploide não é efêmera.
Os quitridiomicetos fazem parte do grupo de fungos que não produzem corpos de frutificação. Quase todos possuem “hifas asseptadas” – que são estruturas filamentosas produtores de gameta ou esporos e por serem asseptadas, isto é sem ceptos ou divisões, possuem um citoplasma comum para vários núcleos.  
O ciclo de vida deste filo difere dos demais por apresentar meiose espórica - a meiose espórica ocorre nos ciclos de vida de organismos onde a divisão meiótica leva à formação de esporos haplóides que são células com um conjunto de cromossomos, geradas por um indivíduo diplóide (que possui células com dois conjuntos de cromossomos). Cada esporo dá origem a um indivíduo haplóide ou gametófito, que é uma geração de indivíduos ditos gametofíticos.
Estes indivíduos produzem gametas através de divisões mitóticas. Após a fecundação, os zigotos desenvolvem-se em novos indivíduos diplóides que, por sua vez, vão gerar esporos haplóides. Esse tipo de ciclo é conhecido como alternância de gerações. Tanto gametas quanto esporos são flagelados; as únicas células móveis encontradas no reino Fungi. Tal característica evidencia que este seria o filo mais basal do reino.                  


 Referências Bibliográficas

Livro: Ser Protagonista Biologia – Volume 2, obra coletiva produzida por Edições SM

Romantismo



O romance em letras

O romance brasileiro iniciou-se no Século XIX, e até hoje enxergamos a sua marca na sociedade. O movimento literário foi dividido em três gerações: indianismo, ultrarromantismo e poesia social. Uma das mais importantes delas é o ultraromantismo, pois foi nela que o Brasil possuiu títulos e grandes nomes, como Álvares de Azevedo e Fagundes Varela, ficaram conhecidos nesse período.
Os principais temas do romantismo brasileiro eram relacionados a amor, morte e nativismo. Nos poemas indianistas, encontram-se textos voltados para temas como a natureza, pátria e povo e uma das obras que podemos citar é o poema Juca-Pirama, de Gonçalves Dias, um dos principais autores indianistas. A Poesia Social é, de longe, uma geração bem diferente. Tratava de temas como escravidão e que buscavam contribuir socialmente, de modo subjetivo e sentimental. Um dos principais nomes nessa poesia é Castro Alves, que escreveu Os Escravos.
O ultarromantismo, sendo a segunda geração, tem como principal característica o excesso de sentimentalismo. Os principais temas relacionados a isso são o amor idealizado, morte, solidão, sofrimento e melancolia. Ligado a esses temas, a sedução causada pela morte era frequente nos escritos literários. A morte era relacionada ao fim do sofrimento que era a vida e a divisão entre o desejo de amar e de morrer eram comuns. Até mesmo a mulher era representada como uma figura associada à morte e era demonstrada a beleza dessa imagem feminina. A segunda geração também fora marcada pelo “mal do século”, os suicídios, devido às paixões que não eram concretizadas e ao sofrimento do homem frente ao amor.
Entre temas de amor e morte, destacamos um fator importante para construção dos textos, a linguagem. Embora uma característica do romantismo seja certa liberdade formal, os poetas e românticos utilizavam-se de algumas palavras consideradas mais “informais” para os parâmetros da escrita, com o objetivo de auxiliar nas construções dos temas. As palavras, muitas vezes relacionadas à morte, eram recorrentes para registrar uma visão pessimista e também para caracterizar uma beleza feminina diferente de qualquer outra forma já feita pela Literatura.
Dentro dessa geração, podemos destacar autores como Manuel Antônio Álvares de Azevedo, que usava da ironia para explorar certas angústias do amor. Ele escreveu dos seus 16 aos 21 anos e parou devido à tuberculose, que o matou em 1852. Álvares de Azevedo era ligado a temas como ironia, amor e morte, principalmente sobre os desesperados por amor. Esse próprio tema era tratado de duas formas: da irônica e da séria.
Destacamos duas obras dele que são mais conhecidas, A Lida dos Vinte Anos (dividida em três partes) e Noite na Taverna. No primeiro, podemos enxergar bem a sua divisão entre a ironia e o romance. Podemos enxergar o sentimento e o egocentrismo do Romantismo, mas também um sarcasmo em relação aos amores que não dão certo. Já no segundo, podemos observar os vícios da época, como as bebidas e os jogos, relacionados ao sentimento de culpa, além da erotização dos vínculos amorosos. Nessa obra, temos a perspectiva mais macabra desse autor, caracterizada pelo clássico do romantismo, a ligação entre amor e morte.
Outro autor importante do ultrarromantismo foi Casimiro José Marques de Abreu, que foi um dos poetas mais populares brasileiros. O seu popularismo estava diretamente relacionado à sua forma de escrita. Os seus poemas chegam até a ser considerados “fofos”, devido à suavidade e aos versos meigos. Os temas eram mais voltados à ideia de saudade, onde o amor era ligado à sensualidade e sentimentalismo, exatamente o contrário dos escritos de Álvares de Azevedo.
Sua linguagem branda e o modo sensível com que tratava os temas de infância, pátria, saudade, solidão, natureza e, é claro, o amor também explicam a popularidade deste autor, principalmente entre o povo feminino. A segunda geração também lhe trouxe recursos ligados aos ritmos, musicalidade e as variações métricas, embora este tipo de poema não tenha feito grandes modificações no Romantismo brasileiro. A sua principal obra, conhecida até hoje, é o poema Meus oito anos, em que o tema de saudade é tratado fortemente em torno do sentimentalismo.
O principal legado que ainda enxergamos do movimento literário nos dias de hoje são nas músicas. Mesmo as mais antigas ou nas mais novas, temas de saudade, amor idealizado, saudade da mulher amada, sofrimento por não ter este amor concretizado são usuais nas letras de músicas. Podemos citar músicas como Sábia, de Chico Buarque, A Viagem, de Roupa Nova e De Janeiro a Janeiro, de Roberta Campos. Também é valoroso mencionar o famoso estilo “sofrência” em que este sofrimento pelo amor inalcançável, da mulher que não dá atenção ao seu amor é explicito nos versos de diversas canções. Podemos mencionar Amo noite e dia, de Jorge e Matheus, Porque homem não chora, de Pablo e A flor e o Beija-Flor, de Henrique e Juliano.
Vários autores ainda seguem linhas do romantismo também. Os livros que circulam, embora por muitos não sejam considerados Literatura, possuem uma visão de final feliz presente em diversos clássicos literários, além de temas de solidão e, sobretudo, amor. Este, talvez, tenha sido um dos principais legados do romantismo, mais livros incríveis para ler. Outra contribuição importante dela é a busca por temas relacionados a sociedade, a políticas e aos problemas que a sociedade sofre.
Enfim, podemos destacar algumas obras interessantes para a leitura. Há vários clássicos importantes, como Romeu e Julieta, Otelo e Sonhos de uma noite de verão, de Wiliam Shakespeare, Senhora e Diva, de José de Alencar ou A Moreninha, de Joaquim Manoel de Macedo. E também há vários romances da atualidade, como os de Nicholas Sparks que é um grande representante dessa linha, embora nem todos os seus finais sejam considerados felizes. Podemos mencionar Um amor para recordar e A última música. Além de outros autores, como John Green, autor de A Culpa das estrelas e Will e Will, Shannon Hale, autora de Academia de Princesas e O livro dos mil dias e de Clarisse Lispector, autora de A Hora das Estrelas e Laços de Família.



Referências Bibliográficas:
Livros:
LUIZA M. ABAURRE, MARIA; BERNADETE M. ABAURRE, MARIA; PONTARA, MARCELA. Português: Contexto, interlocução e sentido. 2ª Edição, São Paulo: Moderna, 2013. 400p.
CEREJA, WILLIAM; COCHAR, THEREZA. Literatura brasileira, em diálogo com outras literaturas e outras linguagens. 5ª Edição, São Paulo: Atual, 2013. 592p.

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